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segunda-feira, 5 de março de 2012

Microsoft diz: “2012 será o ano mais forte da história do Xbox!”

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A sétima geração de consoles está para completar seu sétimo ano e ainda há fôlego para mais muito mais tempo. Pelo menos é o que pensa diretor de marketing da Microsoft, Steve Beinner, que também afirmou que 2012 será ainda maior que 2011 para a Microsoft e deve se tornar o maior ano da história do Xbox.

De acordo com o site SlashGear, a Microsoft descartou de uma vez por todas a ideia de que o Xbox 360 possa estar atingindo seu ponto máximo de saturação. Ao contrário: com a integração dos consoles com a internet, a possibilidade de maior atualização de softwares torna essa geração de plataformas a mais atual do que qualquer outro video game já foi com seis anos e meio de existência.


Mesmo assim, a Microsoft sabe que os hardwares chegam a um limite máximo de atualizações. As peças físicas dos aparelhos logo precisarão de atualizações para poder disponibilizar novas propriedades como entradas para conexões mais velozes ou outras capacidades funcionais que ainda estão por vir.

E para a alegria dos fãs mais ansiosos, o SlashGear deu mais uma indicação de que o novo “Xbox 720 ou Projeto Durango” será mesmo revelado na Electronic Entertainment Expo deste ano. Enquanto a E3 não chega, continuem ligados no BJ para saber todas as novidades do mundo dos games.


Fonte :Baixaki Jogos

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Arquivos de personagens exclusivos da Sony são encontrados na versão para Xbox 360 de Street Fighter X Tekken

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Para você que vem acompanhando Street Fighter X Tekken (que por sinal chega às lojas amanha ) Que já deve estar sabendo a algum tempo que versões do PS3 e o PS VITA a terá alguns personagens exclusivos, como exemplo : o herói de inFamous, Cole MacGrath, os mascotes Turo e Kuro, além de Mega Man e Pac-Man. Contugo, o que ninguém imaginava e que eles poderiam estar presentes também na versão para Xbox 360.
Segundo o site Destructoid, alguns hackers analisaram a versão para o console da Microsoft e, em meio aos demais dados, eles encontraram vários arquivos referentes a esses lutadores disponíveis somente para os aparelhos da Sony. Segundo a página, informações referentes à modelagem dos combatentes e seus vídeos de prólogo e término estão presentes nos DVDs do jogo.


DLC já está no game

Fora os Personagens exclusivos para o PlayStation 3 e PS Vita, vários lutadores anunciados como DLC já estão presentes no game. Como a Elena, que foi desbloqueada a partir de um pequeno bug.
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Microsoft anuncia novo game da série “ Fable” Fable Heroes

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A Microsoft anunciou que está em processo de desenvolvimento do novo jogo da série “Fable” o “Fable Heroes” o game de ação possuíra quatro jogadores podem se unir para vencer desafios muito divertidos ou competir entre si em tarefas igualmente interessantes. O Jogo ainda não possui data certa para lançamento,mas possui varias disponíveis no Xbox Live.

Segundo o Baixaki Jogos,há informações de que os jogadores vão poder coletar moedas especiais que serão utilizadas para liberar novos personagens, itens e upgrades para o game. Além disso, todas as moedas vão poder ser utilizadas no próprio Fable Heroes ou no Fable: The Journey, que vai ser lançado para Kinect.

Por Vinicius Macedo

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Confira Trailer oficial de Assassin’s Creed III

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O novo jogo da franquia Assassin’s Creed ,terá uma game “Assassin’s Creed III” que esta previsto para outubro. Assassin’s Creed 3 levara você (quem for jogar) até a Guerra da Independência dos Estados de (ocorrido em 1775 a 1783). Quem for jogar o game vai assumir o papel de Connor (um sucessor de Ezio), que precisa vencer desafios extremos na América do Norte. Hoje foi lançado um trailer inédito do game onde podemos ver que as cenas serão gravadas em uma floresta cheia de neve ao redor,mostra também muita ação e jogabilidade onde ele ira passar em cimas das arvores e e etc. O trailer também mostra como sera as guerras. Possivelmente também haverá suas versões para o Nintendo U ,nova console da Nintendo

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Confira Primeiras imagens supostamente “oficiais” de Halo 4

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O game Halo 4, que a Microsoft lisonjeiramente anunciou na E3 deste ano, acaboude divulgar as primeiras imagens, supostamente “oficiais”, do que será o Master Chief. Há quase um mês, a Microsoft deixou uma empresa liberar um boneco do protagonista do título, antecipando seu novo visual.

Tem mais, nessa última semana um site espanhol de vendas listou Halo 4 (juntamente com Call of Duty: Black Ops 2) nas pré-compras para o final de 2012. A Microsoft ainda não respondeu os rumores,e também não divulgou nada relacionado ao game,Vale ressaltar que ótimo gráfico não é mesmo?
Por Vinicius Macedo
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domingo, 4 de março de 2012

Top 10 - Os macacos dos games

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Você sabe que já existe de tudo na indústria de games quando dá para fazer um Top 10 apenas com macacos e símios em geral. Para comemorar a alegria de ter esses bichos ao nosso lado, reunimos alguns exemplares mais obscuros e interessantes da história. O negócio é hardcore: tem macaco legal, macaco chato e até o sobrou para o pobre Chaos de Primal Rage.


10 - Ukikis (Super Mario 64)
 
Os Ukikis da franquia Mario entram na mesma categoria do Andross de Star Fox: eles são um saco. Este em especial aparece na fase Tall, Tall Mountain e é ele que rouba o boné do Mario quando ele está em uma das plataformas desse nível. 
 
Aí na hora de tentar fugir dele, você cai. Se der azar, cai fora do cenário e perde uma vida. E se ele pegar seu boné, esquece: é preciso voltar lá para tentar tomá-lo de volta. 

 
9 - Monkey (Monkey Hero)
 
O engraçadinho Monkey é protagonista de um interessante RPG de ação da geração 32-bits. Deve ser porque ninguém leva macacos muito a sério ou algo assim...
 
Bom, o fato é que o pequeno Monkey foi enviado ao obscuro Waking Realm para derrotar o vilão que quer acabar com o lugar. O jogo é tão obscuro que nem dá para encontrar uma avaliação dele no agregador MetaCritic, mas fica a dica porque o game é legal sim.

 
8 - George (Rampage)
 
Se existe algo que desabone a atual geração de vídeogames, é o fato dela não ter nenhum game da série Rampage. Culpa da Midway, que faliu e levou junto a série de destruição de cidades utilizando monstros enormes.
 
Mas no auge dos 32-bits, era a maior diversão escolher o macaco grandalhão George e sair detonando cidade atrás de cidade para passar de fase. O jogo era só isso mesmo, mas era legal. E tinha um macaco nele.

 
7 - Chaos (Primal Rage)
 
O gorilão do bem Chaos tem seu lugar garantido na história dos games por ter participado de Primal Rage, o jogo que saiu para mais plataformas na história (15, se as nossas contas estão certas).
 
Congelado há milênios, Chaos voltou à vida após o meteoro que atinge a Terra ter destruído boa parte da humanidade. De quebra, ele tem poder de gelo - é tipo um Sub-Zero dos jogos ruins de luta (porque Mortal Kombat é bom sim) que ainda por cima fazia xixi na galera.

 
6 - Cranky Kong (Donkey Kong)
 
As gerações mais novas (ou velhas né, já que Donkey Kong Country está se encaminhando aí para seus 20 anos...) conhecem Cranky Kong como o velhaco que dá conselhos para Donkey e Diddy.
 
Mas a real é que ele é o verdadeiro Donkey Kong, aquele que era o grande vilão no jogo homônimo lançado nos arcades em 1981. O objetivo era impedir Mario de salvar a princesa Pauline. Nada muito diferente do que o bigodudo faz ainda hoje...

 
5 - Macaquinhos (Ape Escape)
 
Olha, os macaquinhos de Ape Escape nem são tão legais assim. Eles estão aprisionados e precisam ser salvos pelo humano Spike. Então qual a importância deles? Bom, Ape Escape foi o primeiro game compatível com o controle Dual Shock do primeiro PlayStation.
 
Antes dele, direcional analógico em vídeogame era sinônimo de... apenas um direicional analógico ali próximo do pad digital. Utilizando o jogo dos macacos como experimento, a Sony criou um novo padrão para controle de console. Graças aos engenheiros da Sony (e também ao pequeno Spike), hoje você joga shooters com dois analógicos e acha lindo.

 
4 - Andross (Star Fox 64)
 
O Andross de Star Fox 64 não está na lista por ser legal. Ele está aqui por ser um saco. É tipo o chefe mais chato da história, principalmente quando você tem, sei lá, dez anos de idade quando jogou isso pela primeira vez.
 
É preciso atirar nas "mãos" dele, mas a coisa piorava quando ele resolvia abrir a boca para engolir a nave de Fox. O negócio era meio aleatório, e boa parte das vezes não dava para fugir. O lado bom: jogando 15 anos depois, tudo parece mais fácil.

 
3 - JuJu (JuJu Densetsu)
 
A particularidade do simpático e desengonçado JuJu é que ele só é macaco por conta de um feitiço disparado contra ele por um bruxo.
 
A partir daí, o objetivo de JuJu é encontrar o vilão e derrotá-lo para poder recuperar sua forma humana. A versão de Mega Drive trazia ação em estilo plataforma de primeira qualidade e algumas partes eram bem difíceis. Mas vale o desafio.

 
2 - Bubbles (Michael Jackson's Moonwalker)
 
Fazer parte da cultura pop dos anos 90 era garantia de poder ter seu próprio game. Ronald McDonald, Krusty (o palhaço mesmo), o piloto Michael Andretti... todo mundo que fez sucesso naquela época tinha seu jogo.
 
Mas para ser um macaco de sucesso e aparecer em um game, era preciso ser o macaco de Michael Jackson. E só Bubbles conseguiu esta façanha: em Michael Jackson's Moonwalker, o mascotinho oficial do cantor mostrava o caminho até o fim da fase para a batalha com os chefes. No arcade, ele ainda se transformava em um robô que atirava lasers.

 
1 - Ai-Ai (Super Monkey Ball)
 
Se hoje Toshihiro Nagoshi é meio que unanimidade dentro da Sega (e foi até promovido), parte desse prestígio vem do game do Ai-Ai.
 
O macaquinho com orelha de rocambole estreou em Super Monkey Ball, arcade lançado pela Sega quando ela ainda brigava para manter o Dreamcast firme no mercado. Quando a situação piorou de vez, a bem-recebida conversão do arcade para GameCube foi um dos jogos que não deixou a companhia japonesa ir para o buraco de vez.

por: william santana

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Backstage - O que deu errado em Jurassic Park: The Game

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Já faz mais de três meses que o Jurassic Park: The Game da Telltale foi lançado. Eu, como fã incondicional da trilogia, paguei os US$ 29,99 da versão baixável pelo Steam com gosto, porque fã é para isso mesmo. A decepção foi tremenda e, dos quatro capítulos, cheguei até o terceiro tentando acreditar que a qualquer hora a situação poderia melhorar. Terminei o jogo e nada: Jurassic Park: The Game é realmente ruim. Agora em 2012, recuperado do baque e totalmente renovado após as festas de fim de ano, fui tentar de novo. E continuei achando ruim. Jurassic Park é um daqueles jogos que nem com boa vontade dá para encarar.
De volta à ilha. Mas nem precisava...
A trama começa na Ilha Nublar pouco antes dos incidentes do primeiro filme da franquia. Os personagens do longa não aparecem (além do corpo do coitado do Nedry), e, em vez deles, entramos na pele de um pessoal que, até o lançamento do jogo, não sabíamos que estavam por lá: a caçadora de recompensas Nilma, que busca os embriões de dinossauros (em uma missão parecida com a de Nedry), o veterinário Gerry Harding, que está com sua filha Jess, o mercenário Billy Yoder, que trabalha para a InGen e foi para lá com seus companheiros, e a geneticista Laura Sorkin, que quer proteger os bichões da intervenção dos humanos a qualquer custo.
Só que enquanto os personagens dos filmes de Jurassic Park querem apenas sobreviver (é um estilo que eu classifico como “survival dinosaur”), os do game querem apenas fazer intriga e soltar frases de efeito nos momentos mais inoportunos. É correr de dinossauros, falar mal uns dos outros, e correr mais ainda. E o jogador ali no meio, só apertando botões na ordem certa e clicando no cenário sabendo que vai dar tudo certo.
Os personagens todos vão aparecendo conforme a trama se desenvolve, e é até notável o cuidado que os produtores tiveram para deixar alguns acontecimentos plausíveis - como os objetivos e intenções de Nilma por lá. Claro, há lances risíveis (abater Velociraptor na porrada? Essa é nova...) e alguns buracos que ficam na história, mas, pelo menos até meados do segundo capítulo (são quatro), o resultado é até convincente. Depois disso, fica parecendo algum episódio especial da Turma do Didi ou coisa do tipo, tamanhas as trapalhadas que os personagens realizam em sequência. A perseguição final do jogo é tão ridiculamente mal montada que faria Steven Spielberg ter um treco e Michael Chrichton se remexer no caixão.


Era para ser jogo, né?
Bom, vamos ao jogo. Mas que jogo? Chegamos à fonte de todos os problemas de Jurassic Park: The Game. Mas antes, uma passadinha rápida na parte técnica, para não parecer perseguição ao trabalho do pessoal da Telltale: os modelos dos personagens e cenários são legais - não são estilizados nem querem ser realistas, mas são bem agradáveis ao olhar. A dublagem (veja bem - é a dublagem, não o roteiro ou os diálogos) é melhor que a de muitos jogos que custaram dez vez mais grana para serem produzidos, e a trilha sonora conta até com diversos arranjos do clássico tema original do filme. Além disso, inúmeras referências aos acontecimentos do filme estão lá para o deleite dos fãs. Também é legal ver como seriam algumas das atrações do parque, como uma espécie de montanha-russa que serve de palco para o único puzzle legal da aventura.
Só que você vai jogar e descobre que bastam cliques no mouse em certos lugares da tela e  reflexos mais ou menos rápidos (estes para os quick time events - pode apostar que são muitos, na maioria das vezes inúteis) para avançar. Não dá para propriamente controlar os personagens - tudo é feito com o mouse. Mas isso não deveria ser demérito nenhum, já que alguns outros jogos do gênero funcionam exatamente desta forma e são muito bons. Quer dizer, Jurassic Park: The Game fez de forma mal feita o que muitos jogos de quinze ou vinte anos atrás faziam muito bem. 
Eu já disse, e vou dizer de novo: os caras da Telltale fizeram um bom trabalho ao buscar referências no filme. Há citações que aparecem na película, e até os nomes de personagens que pouca gente se lembra, como do geneticista Henry Wu, estão por aqui. Também há uma referência a “um pessoal que foi convidado para atestar a segurança do parque, incluindo um paleontólogo famoso”. Dá até para ver o helicóptero que leva Alan Grant, Ellie Satler, John Hammond e companhia indo embora em determinada cena. Mas só isso não adianta muito quando não há desafio algum envolvido. Era para ser um jogo, né?
Nem perca seu tempo
Point and click é um gênero de nicho, e não é todo mundo que curte. Myst era mais parado ainda (aliás, eram só telas paradas mesmo), mas aquele mundo enorme era instigante de verdade. O problema é quando não há desafio nenhum - caso deste Jurassic Park. É só sair clicando em tudo que for clicável, ativar tudo que puder ser ativado, e olhar para todos os lados que puderem ser vistos, que o game avança. E os quebra-cabeças são escassos (aliás, durante o jogo todo, só vi duas partes que realmente são merecedoras do termo quebra-cabeça) e as sequências em quick time event são cansativas e, muitas vezes, desencessárias. Quick time event até para abrir porta? Para abrir armário? Para andar? Faça-me o favor, Telltale...
Assim, o jogador vira mero espectador de uma história que tem, sim, início, meio e fim. Apesar de algumas falhas e sequências inacreditáveis que forçam a barra demais (cara, estamos falando de dinossauros!), existe uma trama que, até certo ponto, respeita o trabalho de Spielberg e Chrichton. Só que Jurassic Park falha justamente em não ser um jogo. Não tem desafio, não tem recompensa, não exige nada do jogador. Pode chamar de experiência interativa, filme em CGI de apertar botões... na boa, até Dragon’s Lair oferecia mais interatividade. Não vá atrás deJurassic Park: The Game esperando um game de verdade.


As alternativas
Adora Jurassic Park? Então nós já sabemos que é bom passar longe de Jurassic Park: The Game. Mas há boas alternativas sim. Uma altamente recomendada é o Jurassic Park da geração 16-bits, mas na versão de Mega-Drive, desenvolvida pela BlueSky, que era em rolagem lateral e bem mais divertida que a do SNES, feita pela Ocean. Dava para jogar com o Dr. Grant ou com o Velociraptor, e a jogabilidade era muito boa. Até outro dia eu tinha o cartucho lá em casa e me arrependi muito de ter vendido.
Dependendo da cidade, ainda dá para encontrar um arcade de The Lost World: Jurassic Park (da Sega) dando sopa em alguma casa de fliperama. É um game de tiro com arma de luz, nos moldes de Virtua Cop e The House of the Dead, mas muito, muito empolgante e cheio de ação. Com sorte, dá para encontrar a versão “deluxe”, que tem uma cabine toda estilosa, cadeiras que giram e um telão enorme.
Ainda baseado no segundo filme da franquia, o The Lost World: Jurassic Park de Saturn e PlayStation não era ruim. Um game de plataforma clássico, com inimigos repetitivos, mas bem desafiador – é algo no nível do que havia de melhor na época. E que é certamente melhor que pérolas que vieram depois, como Jurassic Park: Warpath (o de luta) e Trespasser (um shooter em primeira pessoa exclusivo para PC).

por: william santana
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